Era uma vez uma floresta cheia de festa e balangandã
Na noite fresca carnavalesca brilhava a estrela Aldebarã
E nas quebradas da madrugada toda menina era cunhã
Um belo dia uma menina achou no mato uma maça O
lhou a fruta meio de banda como se fosse coisa malsã
Deu uma dentada, meteu o dente, e de repente,
tchan-tchan-tchan-tchan
Ouviu na mata a voz possante e extravagante do Deus Tupã
Que então lhe disse: mas que tolice, minha menina, minha cunhã
Uma maçã é uma maçã, é uma maçã, é uma maçã...
(Francis Hime - Pau Brasil)
2 comentários:
Hum.. Eu quero um pedacinho da sua maçã...
aliás, eu quero comer INTEIRA!
Sem deixar nem o talinho...................................................
nham.... :P :)
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